http://experiencebruno.tumblr.com/

Neste blog venho trazer um pouco da minha história de vida e um pouco sobre o "meu mundo" , se possível façam comentários fornecendo suas opiniões sobre os textos .

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Apaixonado? Não,apenas encantado.

Esse mês tive um encontro com um cara show de bola,nos conhecemos no bate papo UOL, não sei o que fui fazer lá, mas fiquei uns 30 minutos e o encontrei,batemos um papo super legal,depois trocamos MSN, e fomos conversar, pense num menino bacana, me encantei com ele logo no primeiro dia,                        trocamos celular e o papo foi rendendo naturalmente sem nada forçado.No dia seguinte conversamos mais uma vez,trocamos vídeos de músicas que gostamos ,e ficamos horas no celular, tudo muito lindo.
Os dias foram passando e nossa relação foi ficando cada vez mais íntima e o meu medo de encontra-lo pessoalmente foi aumentando cada dia mais,me senti um pouco pressionado em marcar um encontro pois ele me disse :

- Acho bom você marcar pra gente se ver,pois tem pessoas que querem me conhecer.

Fiquei sem saber o que dizer,pois queria muito conhecê-lo mais meu medo e  minha insegurança ,estava tomando conta de mim.Numa sexta-feira estava afobado porque tinha que tirar as fotos para a minha formatura e resolvi ligar pra ele,pra ver a sua disponibilidade em ir comigo,o acordei sem querer,mas assim que soube da minha proposta ,topou na hora.Sabia que ele também estava gostando de mim,hehe.

Nos encontramos no shopping as 15h,nos encontramos na Saraiva, liguei pra ele e perguntei onde ele estava, o visualizei e fiquei me escondendo pra ver se ele me achava,mas ele nem me achou,fomos em várias lojas atrás de roupas que servissem,mas foi difícil,não encontrávamos,ele é um pouco impaciente,nos demos bem,ele curtiu o encontro e agradeceu pela tarde que passamos juntos, pelo que percebi ele é um pouquinho complicado, tem suas neuras,suas inseguranças ,mas quem não tem?

Vou investir pra ver se essa nossa relação dá certo,esqueci um detalhe importante ele terminou o namoro tem menos de um mês,o que me deixou mais inseguro,mas irei batalhar por essa pessoa,até o fim.Pois sei que podemos superar o mundo juntos,e que podemos crescer com ele.

Lembrando que desistir não é o meu lema.
Fui...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Pegação em Banheiros /Porque o Desejo?



Entrevista com Doutor João Batista Pedrosa



Por Paulo Fernando e Giselle Jacques
Entrevista Cedida ao Site Maduros Brasil

Eles povoam os banheiros das grandes cidades.  Eles assombram shoppings,  praças,  restaurantes,  festas, clubes e todo lugar que possua banheiro masculino. Eles não são fantasmas – são feitos de  carne, osso e falo. Estamos falando dos caçadores de sexo em banheiros. Apelidados maldosamente  de “bostas  fixas”,  esses caçadores usam os banheiros públicos para escoamento não só de suas  necessidades fisiológicas como também de seus desejos mais picantes. Para entendermos melhor  esse comportamento tão comum do propalado “banheirão”, entrevistamos o psicólogo Doutor João  Batista pedrosa, terapeuta sexual e analista de comportamento. 

1)­ Doutor,  por que o desejo de  transar em banheiro público? Existe alguma explicação à  luz da  psicologia?

Resposta:  Inicialmente temos que compreender que em matéria de comportamento não podemos generalizar,   pois   cada   comportamento   tem  um  funcionalidade,   ou   seja,   tem  uma   causa  muito particular para aquele organismo se comportar de tal forma – idiossincrasia. O desejo de fazer sexo  em banheiro público pode ter as mais diversas funcionalidades; vai depender da história daquele  determinado  indivíduo:   repressão  sexual,  homofobia,   facilidade de  ter  o contato gay anônimo e  rápido,  medo de buscar  um parceiro num ambiente notoriamente gay,  entre outros.  Em muitos  casos, gays que possuem dificuldade em assumir sua homossexualidade procura este tipo de prática  sexual.

2)­ Por que essa é uma prática quase que exclusivamente masculina? 

Resposta: Porque a exposição de dois homens no banheiro é bem próxima, um ao lado do outro no  mictório   vendo   um  o   pênis   do   outro   ­   a   facilidade   do   contato   corporal;   faz   parte   da   cultura  homossexual – foi uma forma prática que os gays encontraram para se saciarem sexualmente. Pela  própria anatomia sexual masculina é muito fácil fazer sexo no banheiro: colocar o pênis para fora,  pegá­lo, apreciá­lo, chupá­lo e até fazer a penetração. Além da masturbação mútua. Esta prática é  feita, também, por mulheres mas bem rara.

3­) No caso específico dos gays (que são os praticantes mais comuns de sexo casual em banheiros  masculinos), não existe um perfil de pessoas que buscam esse tipo de prazer – podendo ser ricos,  pobres, cultos, ignorantes, etc. Mas podemos identificar um aspecto em comum entre todos os que  buscam sexo nesses ambientes? 

Resposta: Geralmente,  são pessoas que estão dentro do armário,  gays casados com mulheres que  querem manter o anonimato.

4)­ Cada vez mais, os banheiros públicos (ou até banheiros de instituições privadas) tem sido um  foco crescente de promiscuidade e demanda por sexo fácil. Na internet, por exemplo,  e em redes  sociais, encontramos infinidades de fóruns e comunidades no orkut indicando banheiros e dando  sugestões   e   detalhes   picantes   de   coisas   que   acontecem  nesses   lugares.  Há   vários   canais   que  fornecem informações sobre horários ideais, locais e até trabalhadores envolvidos na “pegação”. Na sua opinião, esse é um problema social que precisa ser removido ou ignorado? 

Resposta: Não vejo como problema social. Foi uma forma que os gays encontraram para driblar a  repressão sexual social e a homofobia. Caso vivêssemos num mundo sem homofobia onde cada gay  pudesse vivenciar sua homossexualidade de forma livre esta prática talvez existisse, mas seria muito  pequena.

5)­  O preconceito,  o machismo e a homofobia ajudam a compor  o desejo por  sexo em banheiro  masculino, transformando o ato sexual em um "risco prazeroso"? 

Resposta: Como expliquei na resposta anterior esta prática é resultado da homofobia.

6­) No seu entender, há nessa prática de sexo casual alguma forma de rebelião contra os padrões da  sociedade, mesmo com a homossexualidade ganhando espaço a cada dia junto à heterossexualidade  convencional? 

Resposta: Podemos entender como rebelião sim. Grupos sociais que são rechaçados pela sociedade  procuram formas alternativas “marginais” ou pouco convencionais para sobreviverem. No caso do  gay fazer sexo em banheiro público, cinemas, saunas, entre outros.

7­)  O banheiro virou um estigma e,   talvez,  um  trauma social  causado por  séculos de  repressão,  sentimentos de culpa e medo por parte dos homossexuais.  Podemos considerar essa prática uma  forma de distúrbio emocional? 

Resposta: Não é um distúrbio emocional, é uma resposta à homofobia e à repressão.

8)­ O medo de relacionamentos ou o medo de exposição pode estar associado à prática do sexo em  banheiros? 

Resposta: Sim, na maioria dos casos.

9)­  Quando a prática se  torna um vício,  o que o praticante pode  fazer  pra controlar  e dissipar  a  fixação por esse desejo? Existe alguma terapia direcionada? 

Resposta: Sim, a Terapia Comportamental que é a que eu pratico resolve. Já tratei vários cliente em  que o banheirão tornou-­se vício.

10­) A prática de sexo em banheiros envolve tanto a promiscuidade quanto o anonimato.  Em que  aspectos podemos pensar nessa prática como forma de fuga à rigidez social preconceituosa? 

Resposta: Anonimato sim. Agora promiscuidade, aí temos que definir o que cada um entende por  promíscuo. Seria fazer sexo com muitas pessoas ao mesmo tempo? Ter vários parceiros sexuais? E  por aí vai. Quando se liga o sexo gay com a promiscuidade muitas vezes esta ligação vem com uma  carga grande de preconceito. Conheço muito homens héteros que saem com um nova garota toda  semana e são tachados de macho e não de promíscuo. Ou fazem sexo com três garotas ao mesmo  tempo. O que quero dizer é que quando é o gay que tem muitos parceiros sexuais ele é promíscuo,  quando é o hétero é o cara bom de cama o machão. Ele é valorizado e o gay desqualificado.

Caso   queira   conhecer   mais   o   trabalho   e   os   livros   do   Doutor   Pedrosa,   acesse   o   site: 
www.syntony.com.br 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

[Cap.6] O cara do shopping Barra

Mais um encontro aconteceu no mês de Janeiro,dessa vez marquei no Shopping Barra,localizado no bairro da Barra em Salvador,cheguei atrasado,acordei cedo e fiquei pensando sobre os meus encontros anteriores,e já pensando que o cara séria afeminado e talz ,com minhas neuras e psicoses.Com aquele pensamento que não vale a pena encontrar ninguém da internet,que seria mais 1 e nada daria certo,mas mesmo assim decidi ir de encontro ao destino e deixar na mão de Deus, pois , ele sabe o que é certo para mim.Cheguei ao local do encontro e estava lá o garoto magricela com cara de 16 anos,moreno,alto e de pequenos olhos castanhos,conversamos muito sobre a vida,sobre os nossos sonhos,sobre o futuro.Muitas coisas não batiam,mas mesmo assim resolvi arriscar e me envolver de corpo e alma nessa aventura.

Fiquei pouco tempo com ele pois tinha um compromisso com minha família,mas ficamos por um bom tempo conversando,fui convidado para ir ao cinema,mas rejeitei o convite,pois previ que não daria tempo.Marcamos de nos encontrar outro dia, dessa vez na casa dele,fiquei um pouco de medo,pois sei que casa dos outros é lugar meio que proprício para  fazer besteiras, mas graças a Deus sei me controlar .

Fui na casa dele ainda no mês de Janeiro,e ficamos neste dia,mas tive o pressentimento que não daria certo,mas resolvi dar mais uma chance para mim,e tentar novamente,pois o Iran era um rapaz muito legal ,gente boa demais da conta,com uns pequenos defeitos,mas atire a primeira pedra aquele que acha qua e não os tem.

Saimos mais 3 vezes,todos os encontros na casa dele,fui muito feliz nesses dias,ele me tratava como um principe,e eu já pensando em terminar,não sei por qual motivo,mas conversei com ele e disse que era melhor cada um seguir o seu caminho,e que eu estaria sempre presente na sua vida como amigo,não fizemos sexo,mas nos beijavamos muito o tempo em que ficamos juntos ,e mais 1 se passou em  minha vida,não deu certo,mas valeu a pena.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

[Cap.5] O garoto do farol da Barra

Hoje eu sai para mais um encontro,marcamos no farol da Barra,localizado no bairro da Barra em Salvador,como sempre acontece comigo acontece algo para eu chegar atrasado,acordei bem cedo,pois marcamos de caminhar pela manhã,olho para o céu e o tempo estava nublado,mas nem liguei,tomei banho,me arrumei,confirmei o encontro e sai de casa,uns 10 minutos depois do combinado,fui pegar o ônibus,começou a chover,me preveni e levei o guarda-chuva,peguei um bus que demorou umas meia hora para chegar,desci no ponto errado,e tive que ir andando até o farol.Quando cheguei ele estava sentando lá em cima perto do farol me esperando.

Bruno disse: Oi Harry
Harry disse:Oi Bruno,demorou um pouco,heim.
Bruno disse Tem muito tempo me esperando?
Harry disse: Uns 20 min,mas foi tranquilo
Bruno disse: Tranquilo

Ficamos calados um tempo esperando a chuva passar,vou falar um pouco do Harry,ele é um rapaz branco,cabelos lisos que vão até o seu pescoço,aproximadamente 1,70m,magro,uma ótima pessoa,super inteligente,uma pessoa agradável,aprendi com ele o que não aprendi em nenhum encontro que tive,mas voltando ao  nosso encontro,a chuva passou e ele disse: Vamos?
Nesse momento juro que fiquei meio sem saber o que dizer,mas em minha cabeça,eu estava me perguntando o que será que ele não gostou em mim para querer ir embora,mas ele se levantou e eu o seguir,pensei que estávamos indo pro ponto,então ele me olhou e disse.

Harry : Chegamos no ponto
Bruno: Meu ponto é do outro lado 
Harry:Vamos lá pra casa conversar um pouco,já que está chovendo
Bruno : Ok,vamos.

O ônibus chegou no ponto pegamos e nos sentamos,conversamos sobre livros que irão cair no vestibular e sobre os que não estão mais,chegamos na casa dele que parece o labirinto do minotauro,entramos,ele foi tomar um banho,eu continuei sentado na cadeira esperando-o,quando ele terminou voltamos a conversar,só que dessa vez o assunto era outro totalmente diferente,era sobre a vida dele,que por sinal é muito interessante,depois falamos sobre músicas,ambientes GLBT,um pouco sobre mim,até que eu me sentei ao lado dele no chão,ficamos nos olhando,e conversando,eu peguei no cabelo dele,depois ele pegou em meu queixo,e eu fiquei meio sem saber o que fazer,pois não gosto de me precipitar.

O tempo foi passando,ele teria que sair para o cursinho pré-vestibular as 10h,mas terminou se atrasando por causa de mim,ele levantou para se arrumar,levantei também,ele me puxou e me deu um beijo,e colocou a mão lá embaixo,não tivemos nada de mais,nos abraçamos e seguimos nossos caminhos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O passado condena no mundo gay?


“Uma vez piranha, sempre piranha”.
Esta frase que eu ouvi certa vez em uma roda de conversa me veio automaticamente à cabeça quando um amigo desabafou comigo esta semana sobre suas inseguranças em relação ao seu namorado. Vou batizá-los aqui de Marcos e Rafael e vou contar rapidinho a história deles para vocês já entenderem de cara qual é o problema.
Marcos e Rafael se conheceram numa sala de bate papo gay da UOL e engrenaram num relacionamento sério que já dura 6 meses. Ambos demonstram estar gostando muito um do outro, mas de uns tempos para cá, meu amigo Marcos vem entrando numa paranóia que o está deixando com medo de prosseguir com o namoro, tudo por causa do “passado negro” de Rafael (palavras do Marcos, não minhas).  Esse tal  passado que está perturbando meu amigo constitui-se daqueles fervinhos básicos que todo gay conhece, já fez, já teve vontade de fazer ou, pelo menos, conhece alguém que tenha feito: pegação na internet, saunas, cinemões, banheirões eotras cositas mas. 
Rafael não dá nenhum motivo para que Marcos desconfie dele e parece estar bem disposto a levar a sério o namoro, mas isso não está sendo suficiente para que Marcos fique tranquilo. As ferveções passadas de Rafael geram desconforto e insegurança. Marcos sempre acha que Rafael pode ter uma recaída nos vícios promíscuos que ele levava antes do namoro. Se Rafael demora a chegar em casa ou não atende às chamadas do celular, Marcos entra em crise e já imagina milhares de coisas. Ele já chegou ao ponto de criar um msn falso para tentar flagrar o namorado em alguma situação suspeita on line (o que até agora não aconteceu).
Enfim, Marcos está pirando, pensando em jogar tudo para o alto e Rafael nem desconfia.
Mas será que uma pessoa deve ser julgada e taxada disto ou daquilo por causa de suas práticas do passado?
Rafael era promíscuo, sim, mas nunca escondeu isso de Marcos, não foi hipócrita nem posou de santo. Mas depois que conheceu Marcos sua primeira atitude (logo no dia seguinte) foi a de excluir todos os seus perfis pornográficos nos manhunts e disponíveis da vida. Será que isso já não seria uma demonstração de que ele estava disposto a mudar?
Talvez Rafael vivenciasse aquela sexualidade desregrada justamente por não ter um companheiro ao seu lado ou talvez fosse vício ou necessidade do momento mesmo, vai saber… Contudo, ele deve ser condenado pelo seu passado?
Meu amigo me pediu conselhos a respeito e a única coisa que eu fiz foi lançar estas questões que eu lancei aqui. Não soube o que dizer a ele e, com certeza não o ajudei em muita coisa. Particularmente, eu gosto de acreditar no poder da mudança, mas também não boto a mão no fogo por ninguém.
O que vocês acham?




Fonte:
http://kikoriaze.com/2011/06/29/o-passado-condena/

terça-feira, 9 de agosto de 2011

[Cap.4] O cara do Playstation 2

Eu já estava fazendo um cursinho pré-vestibular,e foi lá que conhece o Arthur,um garoto meio louco,mais que me despertava um interesse absurdo,bonito,simpático,gente boa,ele era um amigo,mas eu tinha uma certa desconfiança,havia algo que me fazia acreditar que ele era bissexual.Começamos a conversar já no meio do ano,sentávamos juntos todos os dias,quando eu chegava tarde ele guardava meu lugar,quando ele chegava tarde a poltrona dele já estava guardada ao meu lado.

Em um dia, no qual eu não lembro exactamente quando foi,o Arthur me chamou para ir na casa dele estudar e depois jogar Play 2,ele morava no bairro de Brotas,não era muito perto da minha casa mas como era depois que a aula do cursinho pré vestibular terminasse,eu aceitei ,e fiquei muito feliz pelo convite,pois nunca vi o Arthur chamar ninguém para ir na casa dele.Estava torcendo para que nesse encontro de estudos acontecesse algo legal e bacana,eu meio que tinha uma quedinha por ele,e como eu desconfiava...

Chegou o dia do encontro e eu estava lá todo arrumado,o Arthur chegou e me disse:

Arthus says: Eae preparado pra perder no The king e no FIFA?
Bruno says: Posso perder no futebol mas no The king,você não vai ganhar
Arthur says: Ah,esqueci de te falar,vamos comer aqui no restaurante que tem aqui do lado do cursinho,pois minha mãe e meu pai estão viajando e não deixaram comida.
Bruno says: Ok,XD

As aulas do dia acabaram e eu estava muito ansioso para conhecer a casa do Arthur,fomos almoçar no restaurante do cursinho e depois fomos para a casa dele,agente conversou muito,e talz,e ele novamente falando nos jogos que ele tinha em casa e do Playstation 2 que o pai trouxe do exterior,subimos uma ladeira enorme,chegamos na casa dele,estávamos bem suados.

Arthur abriu a porta,entrei ai ele fechou a porta,ele tirou a camisa e pediu para eu tirar a minha também,pois na casa dele fazia muito calor,ele ligou a TV e me disse:

Arthur says: Bruno,vou tomar um banho,só pro calor passar,não vou demorar não.
Bruno says: Tranquilo,vou tirar o sapato e fico aqui até você terminar.
Arthur says:Ok,hehe

Ele terminou o banho e saiu do banheiro de toalha,entrou no quarto e mudou uma roupa,estudamos por 1hora e ficamos jogando vídeo game por mais 3,então chegou a hora de eu ir para casa ,ele me levou no ponto de ônibus e esperou até eu entrar no ônibus,eu meio que estava afim de um cara que eu tinha uma certa desconfiança,mas aquela tarde me mostrou,que ele era hetero,a desconfiança foi embora e viramos grandes amigos.

domingo, 24 de julho de 2011

[Curiosidades] CHUCA? O QUE É ISSO?

A maioria dos jovens gays de hoje tem um dialeto próprio,e nós que somos gay/bi discretos na maioria das vezes não sabemos o que significam algumas palavras,coisas engraçadas e também palavras interessantes.

Hoje irei abordar a palavra chuca.

O que é Chuca?

É o procedimento da lavagem retal, conhecido cientificamente por enema,e vulgarmente conhecido pelos gays por chuca,serve para a limpeza do ânus e do reto antes do sexo anal é importante para evitar incômodos e surpresas.

“É importante saber que a lavagem como preparo para uma relação sem os incômodos dos resíduos deverá ser somente do reto e não de todo o intestino grosso como a maioria dos pacientes fazem”. Se o líquido inserido atingir o intestino, ele irá “vazar” durante a penetração. O procedimento correto deve ser feito com um algodão ou lenço umidecido limpar o canal do reto e a área externa do ânus. Chuca só funciona com antecedência.

A forma mais adequada é uma lavagem leve com uma seringa chamada auricular (de limpeza de ouvido). O bico de ser lubrificado, introduzido no reto e apertado suavemente, para evitar a contração intestinal. Hemorroidas e inflamações do canal anal podem piorar com as lavagens, por isso, o médico recomenda um exame chamado anuscopia. Há nas farmácias diversos produtos para se fazer o enema também, dispostos em kits.


Claro que o famoso chuveirinho não deve ser aposentado mas ser utilizado com moderação, lembrando sempre que a qualidade da água também pode trazer complicações. Use o mínimo de água possível, com pouca pressão, para evitar complicações futuras.

Se você tem problemas de dor consulte um médico, a dor é sinal de algo errado. Comer fibra ajuda a evitar que resíduos atrapalhem o sexo e use sempre camisinha, afinal, o canal retal é cheio de bactérias e o ativo pode ter infecção urinária se não tomar este cuidado. 


Fonte:Revista lado A